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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Qual a ligação entre os quatro Evangelistas e a visão de Ezequiel?

Como você deve bem saber, os símbolos dos quatro evangelistas são o anjo (para São Mateus); o leão (para representar São Marcos); o boi (simbolizando São Lucas); e, finalmente, a águia (símbolo de São João). Estes quatro símbolos foram extraídos da visão da Glória de Deus tida pelo profeta Ezequiel (Cfr. Ezeq. I, 10).

O profeta via a Glória de Deus sobre um carro (merkabah). E o carro tinha quatro rodas imensas que iam da terra ao céu. E em cada roda havia uma figura: a de um anjo, a de um leão, a de um boi, e a de uma águia. Tais rodas, que iam da terra ao céu, representam os quatro evangelhos, cujas verdades são acessíves até mesmo às pessoas mais simples (ao nível da terra), e, a mesma verdade, girando a roda, alcança o alto dos céus, isto é, pode ser entendida em sentido muito elevado e espiritual, pelos mais excelsos teólogos. A verdade evangélica, assim, é acessível a todos. Alimenta os nobres e dessedenta os pobres.

Os evangelistas são simbolizados nos quatro animais referidos. São Mateus é simbolizado pelo anjo com rosto de homem, porque seu Evangelho se preocupa em comprovar a natureza humana de Cristo, enquanto São João (a águia) se preocupa em comprovar a natureza divina de Cristo Jesus. São Marcos é representado pelo leão, porque ele começa seu Evangelho falando da pregação de São João Batista no deserto da Judéia. Ora, o leão vivia no deserto, e a pregação de João foi como um rugido de leão. Ele quer mostrar Cristo como soberano, como rei. E o leão é o rei dos animais, enquanto São Lucas tem em vista demonstrar o caráter sacerdotal de Cristo. Daí ter como símbolo o boi, animal sacrificado no Templo.

São Lucas é representado pelo boi, o qual era o animal sacrificado no Templo de Jerusalém. Ora, São Lucas fala, logo no início de seu Evangelho, da apresentação de Jesus no Templo. A águia é o símbolo de São João, porque ele começa seu Evangelho falando da geração do Verbo em Deus, alçando-se desde o começo a alturas divinas, como a águia que se eleva em seu vôo.

Você poderá encontrar mais informações sobre estes símbolos consultando os livros dos Padres da Igreja, comentando os Evangelhos. Recomendo-lhe que leia a Catena Aurea de São Tomás de Aquino, ou as obras de São Gregório Magno, de São Bernardo, de Santo Hilário, dos doutores e Padres Orientais, sobretudo de São Gregório Nazianzeno, e os comentários de Hugo de São Victor sobre os Evangelhos.

Orlando Fedeli.

Quem são os autores da bíblia?

Está difundida na internet uma reportagem que revela o sensacionalismo com que certos temas são abordados. No caso se trata da Bíblia. Eis alguns tópicos do referido texto:
“Livros bíblicos podem ter autoria “falsa”, afirmam especialistas. [...] Escritores usavam nome de antigos profetas e apóstolos para se legitimar. [...] Três Isaías, dois Zacarias? Dois Pedros, vários Paulos?” É lógico que para as pessoas que não aprofundaram seus estudos sobre a Sagrada Escritura tais afirmativas simplistas causam enorme confusão. Todas as questões acima referidas já foram há muito tempo respondidas pelos hermeneutas.

Nas Bíblias há no início de cada um dos livros amplas explicações. Cumpre, em primeiro lugar, observar que o Autor principal da Bíblia é Deus. Os escritores humanos foram instrumentos inspirados pelo Ser Supremo. É de se notar que todos os originais da Bíblia desapareceram. Isto se deu por causa da precariedade do material então utilizado. Como Deus não costuma multiplicar milagres, só restaram cópias. Como sói acontecer, os copistas cometeram erros, pois apenas uma cadeia de prodígios excepcionais impediria os equívocos. Entretanto, a mensagem divina foi transmitida integralmente. A comparação dos diversos manuscritos comprovam ter havido modificações acidentais que não deturparam nunca o núcleo básico da revelação. 

A integridade do escrito foi preservada. Descobertas de traslados antigos levam também a esta conclusão. Diversos os motivos das falhas. Houve confusão dos caracteres então empregados os quais eram muito semelhantes entre si. No caso do hebraico, este não possuía vogais e a vocalização, que foi feita pelos rabinos, ditos massoretas, não é necessariamente a do original. Aditem-se a distração, a negligência e a ignorância de quem copiava. Note-se que há hoje cerca de quatro mil cópias manuscritas do Novo Testamento, sendo a maior parte incompleta. As mais antigas remontam ao século quarto. Os livros da Bíblia são atribuídos a determinados autores humanos inspirados, mas sempre há uma explicação plausível quanto tal autoria. Assim, por exemplo, no caso do Pentateuco, os cinco primeiros livros são ditos de Moisés por que a personalidade de Moisés os marcou. 

Foi ele o iniciador religioso do povo e seu primeiro legislador. Pouco importa que não se possa atribui-lhe com certeza a redação de nenhum dos textos do Pentateuco. Moisés, porém, é a figura central e tradição judaica tinha razão de chamar o Pentateuco de livro da Lei de Moisés. O mesmo se diga quanto aos Livros de Isaías, Zacarias, as Cartas de Pedro e de Paulo ou acerca de outros livros das Escrituras. Cumpre um estudo sério sobre a questão e os biblistas sempre foram claros em elucidar tudo. No caso de Isaías, por exemplo, a Teologia do Segundo Isaías, o Dêutero-Isaías (Is 40-55) fixa as idéias deste profeta atinentes ao processo criador e soteriológico e o pensamento do Terceiro Isaías (Is 56-66) vinca a preocupação da infidelidade como óbice à recepção da redenção divina. Todos estes textos estão diretamente ligados à pregação do notável profeta. 

O Trito-Isaías deixa, portanto, advertências oportunas advindas do que ele pregava. No caso se São Paulo, as treze cartas que trazem o nome deste Apóstolo são geralmente atribuídas a ele, havendo controvérsia maior quanto à autoria da epístola aos Hebreus. Quanto a esta, boa parte dos biblistas afirma tenha existido uma orientação paulina indireta, pois foi o Apóstolo das Gentes quem a direcionou. Segundo Dattler, são incontestavelmente da autoria de São Paulo: Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Filipenses, 1 Tessalonicenses e Filêmon. Ballarini subdivide nestes grupos as cartas paulinas: “as duas epístolas dos Tessalonicenses ligadas entre si pela data de composição e a afinidade do conteúdo, as quatro grandes cartas (1 e 2 Coríntios, Gálatas e Romanos), as quatro da prisão (Filipenses, Colossenses, Filêmon, Efésios), as Pastorais (1 e 2 Timóteo, Tito). E fora de qualquer grupo se coloca a epístola aos Hebreus”. O mesmo se diga das Cartas de São Pedro, nas quais se pinça a orientação clara deste apóstolo. 

Como foi dito há necessidade de um estudo criterioso da Bíblia e, em hipótese alguma, há falsidade ideológica. Adite-se que a Bíblia é uma revelação de Deus e, portanto, só tem valor para quem tem fé. A Bíblia relata exatíssimamente a mensagem divina e esta chegou até os dias de hoje em toda sua prístina pureza, apesar das peripécias pelas quais passou a redação do texto que conhecemos

Arquidiocese de Mariana/MG

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Bíblia: use, mas não abuse

A Bíblia é um belo e fortíssimo livro. Já transformou a vida de muita gente. Já fez muita gente santa, mostrou Deus a milhões e já levou a Deus milhões de fiéis.

Como você provavelmente não sabe aramaico, hebraico, grego ou latim, depende de tradutores. Se não estudou exegese, depende dos pregadores. Se o seu pregador for pessoa inteligente, mas fechado e sectário, você vai ler a Bíblia guiado pela cabeça dele. Se ele for pessoa serena, coração e mente abertos, pessoa de diálogo, culto, sua Bíblia será um livro útil para dialogar de irmão para irmão.

Há quem use a Bíblia com respeito, com diálogo, com humildade, como quem aprende e ouve os outros. Há quem a use como se fosse um porrete. Tudo é a seu favor e o que ele puder usar para diminuir ou agredir outras religiões, ele decora e aproveita. Usa-a com maldade no coração, pensando em encher suas Igrejas.

E você? Vai usar as passagens que lhe interessa usar a favor da sua Igreja e contra a dos outros, ou vai saber pensar e interpretar diferente sem se achar melhor, mais santo e mais eleito que os outros? Ficou mais humilde ao ler sua Bíblia ou agora se acha o certo, o santo, o máximo?

A Bíblia é um excelente livro, mas nem sempre é bem lido e bem usado. Nas mãos de pregadores obcecados e instáveis, parece um porrete. Que não seja o seu caso!

Padre Zezinho

Fonte: http://www.editorasaomiguel.com.br/correio/edicoes/frame.php?edicao=217

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Dúvidas Frequentes: Adão e Eva existiram de verdade?

Entendendo os primeiros capítulos da Bíblia

Esta é uma pergunta que muitos católicos fazem. O Gênesis, em seus três primeiros capítulos, usa de linguagem figurada para revelar verdades religiosas, não científicas ou históricas. Em resumo, a Bíblia quer nos ensinar apenas o seguinte:

1) Deus criou o ser humano, homem e mulher, podendo ter utilizado a evolução da matéria preexistente até chegar ao grau de complexidade do corpo humano;

2) O Senhor concedeu aos primeiros pais graças espirituais especiais: "justiça original" (harmonia consigo, com a mulher, com a natureza e com Deus), e "estado de santidade" (comunhão profunda com Deus, participação da vida divina), dons preter naturais (não sofrer, morrer, ciência infusa, etc).

3) O Criador indicou aos primeiros pais um modelo de vida, figurado pela proibição de comer a fruta da árvore da ciência do bem e do mal. Isso significava que o homem não deveria ser "o árbitro do bem e do mal", e já que foi elevado à especial comunhão com Deus, devia comportar-se não simplesmente de acordo com seu bom senso ou suas intuições racionais, mas segundo às normas correspondentes de sua dignidade de filho de Deus;

4) O homem, por soberba e desobediência, disse não a esse modelo de vida e ao convite do Criador, perdendo assim o "estado de santidade" e de "justiça original". Desta forma, o sofrimento e morte entraram no mundo por causa do pecado original; isto levou São Paulo a dizer que "o salário do pecado é a morte" (Rom 6, 23).

Não é preciso exagerar a perfeição do estado primitivo da humanidade por causa dos dons preter naturais, e da " justiça original". Foi um estado belo, mas do ponto de vista religioso e moral apenas, não sob o aspecto da civilização ou da cultura.
Os primeiros homens de que fala o Gênesis, podem muito bem ter sido rudimentares como mostram os indícios dos fósseis da pré-história. As idéias religiosas de Adão poderão ter sido puras, mas sob a forma de intuições concretas como dos povos primitivos e das crianças; não se tratava de altos conhecimentos teológicos.
Adão (= Adam, homem) e Eva (=Mãe dos viventes) representam o ser humano criado por Deus. São tão reais quanto é real o gênero humano. Deus se apresentou ao homem nas suas origens, ao homem real e não a um ser fictício. Eles existiram de fato; foram os primeiros seres humanos que receberam de Deus uma alma imortal.
Por outro lado, Adão e Eva não são nomes próprios como João, Pedro, Maria o são. Então, não necessariamente representam apenas o primeiro casal de humanos, mas os primeiros humanos. São nomes de origem hebraica que significam apenas "homem" e "mulher". Por isso, a Igreja deixa para o estudo dos cientistas mostrar como os seres humanos surgiram trazidos por Deus; se de apenas um casal (monogenismo) ou de vários casais de um mesmo tronco (poligenismo). O que a Igreja não aceita é que a humanidade tenha surgido, ao mesmo tempo, de vários troncos, em lugares diferentes.

Felipe Aquino

Envie suas dúvidas para: sedevigilantes@hotmail.com

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Evangelho do dia e comentário

Evangelho segundo S. Lucas 4,16-30.

Veio a Nazaré, onde tinha sido criado. Segundo o seu costume, entrou em dia de sábado na sinagoga e levantou-se para ler. Entregaram-lhe o livro do profeta Isaías e, desenrolando-o, deparou com a passagem em que está escrito: «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favorável da parte do Senhor.» Depois, enrolou o livro, entregou-o ao responsável e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Começou, então, a dizer-lhes: «Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura, que acabais de ouvir.» Todos davam testemunho em seu favor e se admiravam com as palavras repletas de graça que saíam da sua boca. Diziam: «Não é este o filho de José?» Disse-lhes, então: «Certamente, ides citar-me o provérbio: 'Médico, cura-te a ti mesmo.' Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaúm, fá-lo também aqui na tua terra.» Acrescentou, depois: «Em verdade vos digo: Nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. Posso assegurar-vos, também, que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou durante três anos e seis meses e houve uma grande fome em toda a terra; contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas, mas sim a uma viúva que vivia em Sarepta de Sídon. Havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu, mas nenhum deles foi purificado senão o sírio Naaman.» Ao ouvirem estas palavras, todos, na sinagoga, se encheram de furor. E, erguendo-se, lançaram-no fora da cidade e levaram-no ao cimo do monte sobre o qual a cidade estava edificada, a fim de o precipitarem dali abaixo. Mas, passando pelo meio deles, Jesus seguiu-o seu caminho.

Comentário ao Evangelho do dia feito por João Paulo II Carta apostólica «Novo Millenio Inuente», § 4 (trad. © Libreria Editrice Vaticana)

«Graças Te damos, Senhor, Deus Todo-poderoso» (Ap 11, 17). [...] Penso, antes de mais, na dimensão do louvor. Realmente é daqui que parte toda a autêntica resposta de fé à revelação de Deus em Cristo. O cristianismo é graça, é a surpresa de um Deus que, não satisfeito com criar o mundo e o homem, saiu ao encontro da Sua criatura e, depois de ter falado muitas vezes e de diversos modos pelos profetas, «falou-nos agora, nestes últimos tempos, pelo Filho» (Heb 1, 1-2). Agora! Sim, o Jubileu fez-nos sentir que passaram dois mil anos de história sem se atenuar a pujança daquele «hoje» referido pelos anjos, quando anunciaram aos pastores o acontecimento maravilhoso do nascimento de Jesus em Belém: «Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor» (Lc 2, 11). Passaram dois mil anos, mas permanece viva como nunca a proclamação que Jesus fez da Sua missão aos conterrâneos na sinagoga de Nazaré, deixando-os atónitos ao aplicar a Si próprio a profecia de Isaías: «Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura, que acabais de ouvir» (Lc 4, 21). Passaram dois mil anos, mas volta sempre, cheio de consolação para os pecadores necessitados de misericórdia — e quem não o é? –, aquele «hoje» da salvação que, na Cruz, abriu as portas do Reino de Deus ao ladrão arrependido: «Em verdade te digo: hoje estarás Comigo no Paraíso» (Lc 23, 43).


Fonte: http://www.evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Você Vai Estudar a Sua Fé??

(...) Esta pergunta é muito válida e indispensável. É bom que você saiba que a melhor maneira de estagnar na fé é praticar a piedade e a ação que são o lado mais simpático da coisa, e ignorar o estudo das verdades cristãs.

Há um mundo de coisas que você não sabe a respeito de sua fé. Há um mundo de coisas que certos cristãos entusiasmados pensam saber e ignoram completamente. Alguns revelam ignorância elementar até mesmo sobre a própria pessoa de Cristo, enquanto dão testemunho. Já se ouviu, por exemplo, adultos e jovens que, depois de um ano de vivência muito intensa, disseram que Jesus era Pai deles e ensinaram que a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade “entrou” em Jesus Cristo... Você pode não achar isso um disparate, mas quem conhecer bem a religião treme de medo ao pensar que estes cristãos estão levando a fé aos outros! (...)

(...) Tome um catecismo o quanto antes e livros de formação religiosa para não expor sua fé ao ridículo. Não leve aos outros aquilo que você ama, mas não entende. Pode não fazer bem a eles, nem a você. Os movimentos de espiritualidade apenas motivam para a fé, mas não a ensinam nem transmitem sua doutrina de maneira a formar teólogos em três dias ou uma semana. Para isso há livros, conferências, aulas, escola de dirigentes, reunião de grupo e uma série de possibilidades colocadas ao seu dispor.(...)

(...) Você não poderá ficar sem o estudo dá fé. Seria um fracasso constatar diante da turma que você defende uma fé que mal conhece!... Não creia que já sabe o suficiente! (...)

(...) Estude para não retroceder e depois arranjar desculpas dizendo que o movimento não lhe “deu” continuidade nem assistência. Seu professor de português também deu o que podia em aula e você hoje fala bem o português porque leu e praticou! (...)

Trecho do livro: Um Cristo Para Meus Amigos - Aos Líderes de Movimentos Juvenis. Autor: Pe. Zezinho scj, edições Paulinas.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Dúvidas frequentes: O que é Pecado Original?

Estamos inaugurando em nosso blog a seção “Dúvidas Freqüentes” que vai, na medida do possível, trazer respostas breves e diretas a perguntas corriqueiras (ou nem tanto) feitas a nós (ou por nós) católicos. Você pode enviar sua dúvida para o e-mail: sedevigilantes@hotmail.com. Abaixo, a resposta da primeira pergunta...

O que é o pecado original?

O pecado original, no qual todos os homens nascem, é o estado de privação da santidade e da justiça originais. É um pecado por nós «contraído» e não «cometido»; é uma condição de nascimento e não um acto pessoal. Por causa da unidade de origem de todos os homens, ele transmite-se aos descendentes de Adão com a natureza humana, «não por imitação mas por propagação». Esta transmissão permanece um mistério que não podemos compreender plenamente.

Fonte: Compêndio do Catecismo da Igreja Católica
Para aprofundar: http://www.tvcn.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=175
Envie suas dúvidas para: sedevigilantes@hotmail.com