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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os impressionantes milagres de Naju (Coréia do Sul, 1995)

Abaixo, um resumo sobre os milagres de Naju. O texto, embora seja apenas um resumo dos fatos, é um pouco longo, mas vale a pena. Mostra como Deus é misericordioso ante nossa falta de fé e até hoje mostra-se a nós, novos Tomés.

Nos dias 30 de Junho, 1° e 2 de Julho de 1995 ocorreram em Naju admiráveis milagres. Milhares de peregrinos lotavam a Igreja Paroquial, para comemorar o 10° Aniversário do derramamento de lágrimas de sangue pela imagem de Nossa Senhora. A Santa Missa foi celebrada à noite de 30 de Junho e concelebrada por oito sacerdotes. De repente, no instante da comunhão, a Hóstia Sagrada na língua de Júlia Kim se transformou num pedaço de carne coberto de sangue. Chocados e repletos de emoção, muitos choraram, diante da realidade de ver bem a sua frente, a carne viva do próprio DEUS.
Terminada a Santa Missa, os peregrinos acompanharam Julia até a Capela, onde se encontrava a imagem, para uma vigília em continuidade às comemorações. O recinto estava completamente ocupado por fieis entusiasmados que rezavam e cantavam hinos em louvor a virgem Maria. No meio das orações Júlia começou a sentir terríveis dores na região do abdômen (em reparação pelos abortos que assassinam tantos inocentes). Frei Francis Su, da Malásia, convidou todos a se ajoelharem e rezarem pela conversão das pessoas que são responsáveis pelo impiedoso assassínio de bebes. O povo emocionado chorava e cantava, rezando com muita fé, agradecendo a Deus aquela experiência mística maravilhosa.

Eram 3 horas e 45 minutos da madrugada do dia 1° de julho e toda assembléia em silêncio ouvia o relato traduzido para o inglês, das últimas mensagens de nossa mãe santíssima à própria Júlia Kim. Subitamente, Júlia que estava na primeira fila ao lado de Frei Su, Frei Pete Marcial e outros, levantou-se rapidamente e projetou-se para frente em direção a imagem, estendendo vigorosamente as mãos, como se quisesse segurar algo que ninguém via.

Aconteceu que enquanto todos ouviam a leitura das mensagens que ela mesmo recebera de Nossa Senhora, Julia viu a imagem de Jesus Crucificado que está na parede da Capela, acima de onde se encontra a imagem da virgem Maria, ganhar vida. O Senhor estava com a face repleta de sofrimento... O sangue Divino saía em quantidade de sete feridas: daquelas feitas pelos cravos nos pés e nas mãos, pela lança do centurião no flanco direito entre a 5ª e a 6ª costela, pelo sangramento na testa causado pela Coroa de Espinhos, e pela chaga do Sagrado Coração de Jesus Crucificado. Logo, nas mencionadas sete chagas, o precioso sangue se transformou em círculos brancos e em seguida, em puríssimas Hóstias Sagradas. Algumas pessoas na Capela disseram que viram uma luz brilhante, como se fosse uma rápida faísca sair do crucifixo. As Hóstia Sagradas desprenderam-se das chagas de Jesus e começaram a cair. Foi justamente neste momento que Júlia se lançou para frente, estirando decididamente as mãos para pegá-las, a fim de não deixá-las cair no chão.

Porém as Hóstias graciosamente evitaram as mãos dela e se acomodaram sobre o altar, aos pés da imagem da virgem Maria, na presença de toda assembléia estupefata, que as viram surgir todas de uma vez sobre o Altar. No instante em que as sete partículas tocaram o altar, foi também o momento em que algumas pessoas ouviram um barulho como se fosse de uma chuva de granizo.

Em 24 de Novembro de 1994 nossa mãe santíssima tinha pedido que colocassem um Sacrário na Capela, ao lado de sua imagem. Parecia claro que aquelas sete Hóstias Sagradas que acabavam de chegar, deveriam instalar-se lá dentro, no interior de um Cibório. Este milagre foi levado ao conhecimento do senhor Arcebispo Diocesano no mesmo dia. Contudo, ele instruiu Júlia e os outros, para consumirem as Hóstias Sagradas e que não as deixassem guardadas no Tabernáculo. Em obediência selecionaram sete pessoas para recebê-las: dois padres e cinco leigos, entre eles estava a vidente.

No dia seguinte, 2 de Julho, os escolhidos comungaram. Assim que ela recebeu a Sagrada Eucaristia o milagre se repetiu, a Hóstia transformou-se em carne coberta de sangue, sobre a sua língua. O fenômeno aconteceu assim:

A Capela, estava repleta de pessoas com muita fé, que rezavam e se mantinham ansiosas na expectativa de que algum fato novo pudesse acontecer ao mesmo tempo em que sensibilizadas, agradeciam ao Senhor Deus por todos os ensinamentos e demonstrações de amor que vinham ocorrendo. Júlia foi instruída pelo padre celebrante da Santa Missa, que por ordem do senhor Arcebispo da Arquidiocese, se acontecesse outra vez o Milagre, ela deveria ingerir imediatamente a Hóstia transformada em Corpo e Sangue Vivo do Senhor.

Entretanto, sem querer desobedecer à decisão superior, diante do impressionante milagre que se repetiu logo a seguir, para júbilo e comoção de todos, Frei Su e Frei Marcial que estavam atentos aos acontecimentos, conclamaram o povo a rezar fervorosamente diante do Deus Vivo suplicando a misericórdia Divina por causa dos muitos pecados do mundo. E todos numa admirável postura de adoração, rezaram e louvaram o Pai eterno por aquele magnífico e inigualável sinal, enquanto Júlia permanecia com a boca aberta mostrando o Senhor, que era filmado e fotografado pelas pessoas.

E para que não houvesse dúvida, os dois padres imergiram o dedo no Sangue Precioso sob a língua da vidente e mostraram a todos na Capela. Depois enxugaram os dedos num "Corporal", (pequeno tecido retangular de linho) não só uma vez, mas repetiram este gesto diversas vezes, até que o tecido ficou sensivelmente marcado pelo Sangue de Jesus. Foi guardado zelosamente como mais um testemunho daquelas notáveis manifestações sobrenaturais. Até hoje o Corporal é preservado em Naju. Frei Marcial, com o mesmo dedo que imergiu no Sagrado Sangue, tocou a face de um bebê de seis meses que estava com uma enfermidade que o condenava à morte. A criança ficou curada.

Em 31 de outubro de 1995, Júlia em companhia de Monsenhor Nam Ik Paik, Júlio seu esposo, Rosa sua filha e Raphael Son um seminarista, participaram de uma Santa Missa celebrada pelo Papa João Paulo II. Havia também diversas autoridades e pessoas da França que foram convidadas. No momento da comunhão quando o Santo Padre ministrou a Sagrada Comunhão à Julia, aconteceu outra vez o Milagre Eucarístico, a Partícula Consagrada na língua de Júlia, se transformou em Carne e Sangue do SENHOR.


Terminada a Santa Missa, imediatamente Sua Santidade aproximou-se da vidente e testemunhou o milagre. Deu-lhe a benção e um Rosário de presente

Adaptado de: http://movimentoschoenstatt.org.br/hp/artigos_result.php?art_id=9
Para ler mais: http://www.derradeirasgracas.com/4.%20Apari%C3%A7%C3%B5es%20de%20N%20Senhora/Nossa%20Senhora%20em%20Naj%C3%BA..htm

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Você já ouviu falar no milagre de Lanciano?

Há mais de 12 séculos deu-se o primeiro e mais prodigioso Milagre Eucarístico da Igreja Católica. Por volta do ano 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, e entre eles havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. O monge dúvidava que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue.

Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.



Acalmada a emoção de que todo o povo foi tomado, e dadas aos Céus as graças devidas, as relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim mandado construir pelas pessoas mais ricas do lugarejo. A partir de 1713 até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal.

Não somente a  Igreja reconheceu o milagre. Juntou-se a ela o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório. Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252 chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias. Para tanto, convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. Emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de Siena, proceder aos exames. Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo os resultados das análises:

1. A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue.
2. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago).
3. A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana.
4. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio.
5. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.

"E o Verbo se fez Carne": é assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que "Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós", mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal divino de que no Sacramento da Comunhão está o alimento da nossa esperança nas Promessas de Cristo para nossa Salvação: "Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,55).