sábado, 11 de setembro de 2010

Dúvidas frequentes: Por que só Comungamos a Hóstia e não bebemos o Vinho consagrado?

Em primeiro lugar é preciso dizer que em muitas igrejas as pessoas já Comungam sob as duas espécies, isto é, Pão e Vinho consagrados. Depende de cada Bispo essa autorização, desde que não haja risco de profanação.
É preciso entender que no Pão consagrado Jesus está em plenitude: corpo, sangue, alma e divindade; assim, quem Comunga o Pão eucarístico comunga plenamente. Da mesma foram Jesus está em plenitude apenas no Vinho. A distribuição do Vinho consagrado nem sempre é fácil, especialmente quando há grande multidão, e isso pode gerar profanação do Vinho sagrado, havendo derramamento do mesmo; além disso, a quantidade que não for usada não pode ser guardada no Sacrário porque se estraga, e Jesus não mais estará ali presente. Por isso a Igreja optou pela Comunhão apenas no Pão consagrado.

Fonte: http: //www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?
doc=PERGUNTA_RESPOSTA&id=prs0208

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dúvidas frequentes: As Hóstias estragam?

A Igreja ensina que se o pão da Hóstia, ou seja a espécie, se estraga completamente, então, já não há mais ali a Presença real de Cristo. Esta não se estraga, simplesmente deixa de estar presente pois falta a espécie do trigo. Neste caso, o que se deve fazer é colocar as Hóstias em água até que se dissolvam completamente; e depois pode-se colocar esta água em algum vaso de planta.

Envie suas dúvidas para: sedevigilantes@hotmail.com




terça-feira, 7 de setembro de 2010

AIDS e prevenção

Prof. Humberto L. Vieira

Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família
Membro da Pontifícia Academia para a Vida
Consultor do Pontifício Conselho para a Família

Assistimos, hoje, nos meios de comunicação uma intensa propagada do preservativo para prevenir da AIDS. Trata-se porém de uma propaganda enganosa promovida por organizações e instituições internacionais interessadas no controle de população. O uso do preservativo (“camisinha”) leva à promiscuidade e à disseminação das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), principalmente entre os jovens. As pesquisas demonstram alto índice de falha do preservativo. Usado para evitar a gravidez a falha é de 15 a 25%, segundo dados obtidos. Sua falha é bem maior no que se refere a prevenção da AIDS. O espermatozóide humano é 450 vezes maior que o vírus HIV e a fissura do látex (poros), de que é feito o preservativo, é de 50 a 500 vezes maior que o tamanho do vírus(1).

Uma pesquisa realizada em 1989, em Seatle, EUA(2) chegou a conclusão de que não se pode dizer que o uso do preservativo é melhor do que nada para prevenir a AIDS. Depois de analisarem as várias fazes de produção, de armazenagem, de comercialização e uso da “camisinha” os pesquisadores chegaram à conclusão de que a prevenção da AIDS deveria ser orientada para o comportamento das pessoas. Além da possibilidade de o vírus HIV passar pelos “poros” do preservativo, este pode se romper ou se soltar durante o ato sexual. Além disso, nem sempre as pessoas usam adequadamente a “camisinha”. Há falha de uso e falha do material.

Em virtude disso e do alarmante aumento de doenças sexualmente transmissíveis, entre estas a AIDS, o Governo Americano está investindo 500 milhões de dólares em um programa para pregar a abstinência sexual e a castidade entre os jovens de suas escolas. Outros programas semelhantes, promovidos por entidades cristãs, naquele país, tem levado a centenas de adolescentes à “segunda castidade” nos chamados “clubes de castidade”. Jovens que tinham sexo livre passaram a ser castos até o casamento. O slogan do programa “Quem ama espera” serve de motivação para a formação desses grupos. Inicialmente eles fazem um exame completo de saúde, submetendo-se a um tratamento, se necessário. Depois solenemente fazem, perante seus colegas, um voto solene de guardar a castidade.

Muitos jovens são levados a ter relações sexuais por pressão de colegas ou de grupos. É preciso que o jovem ou a jovem saibam dizer não. Não quero ter relações sexuais até que me case. Prefiro esperar. Não tenho porque lhe dar explicações de não querer ter relações sexuais. Ainda não estou preparado(a) para ter relações sexuais. Não me pressione, decidi não ter relações sexuais. Se você é realmente meu amigo(a), respeite minha decisão. Muitos jovens inteligentes têm decidido não ter relações sexuais antes do casamento. Não é fácil, diante de tanta propaganda de sexo livre, mas é assim que acontece com várias coisas que valem a pena na vida. Se o jovem quer triunfar na vida, nos estudos, no trabalho, no esporte, no domínio de um instrumento musical, dever esforçar-se.

Notas:
1) “The Condom: Is Really Safe Sex”? por Richard Smith, especialista em AIDS e Doenças Sexualmente Transmissiveis, 1989, Seatle Education Committee, Seattle, WA. USA
2) Idem

Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=4250

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A luxúria desencadeia outros pecados

Quem é consciente da própria fraqueza não se expõe ao perigo

Deus quis dar um prazer sensível ao alimento, para que o homem, alimentando-se daquilo que lhe parecia saboroso, mantivesse a vida. Da mesma maneira, o Senhor concedeu à humanidade a realização do prazer sexual, por meio do qual também a espécie humana se multiplica. É o prazer íntimo, permitido ao casal, unido pelo matrimônio, o qual se abre também à graça da procriação.

O pecado da luxúria desvirtua aquilo que é belo, estabelecendo uma desordem, provocando a degradação de algo bom no que toca a dimensão sexual, fragilizando o indivíduo e levando-o ao vício.

A luxúria impossibilita o homem de viver a castidade no corpo, nos pensamentos e nas atitudes. É uma desordem que toma conta da pessoa na sua totalidade. Mas isso acontece de maneira lenta. A pessoa se mantém consumindo demoradamente produtos como vídeos, revistas, entre outros, os quais a levarão à realização de desejos perniciosos, provocados pelas fantasias.

Tal como a gestação, essas desordens acabam levando ao nascimento do pecado. A pessoa se concentra apenas no prazer impuro e se fecha inteiramente em função de realizar o prazer desmedido.

Esse mal também afeta muitos casados que, em consequência de um desvio provocado por esse prazer desmedido, faz do cônjuge um objeto. Dessa forma, conduzida pelo desejo, a pessoa presa aos prazeres grosseiros pouco se interessa por aquilo que a faz crescer.

Toda vez que se procura esse tipo de prazer maléfico se pratica o pecado mortal da luxúria, que levará a pessoa cada vez mais por caminhos mais e mais promíscuos, destruindo aquilo que lhe foi reservado de belo, saudável e bom.

Um jovem que tem como hábito ficar com várias meninas ao mesmo tempo, certamente terá dificuldade em manter a fidelidade a apenas uma mulher.

Os vícios impuros paralisam os gostos para tudo aquilo que é nobre. A amizade pura quase desaparece, pois quem vive o desequilíbrio se torna escravo das paixões.

Deus nos fez para o equilíbrio e para o bem, de modo que as desordens provocadas pelo pecado nos afastam do Senhor.

Jamais será possível conquistar a vitória sobre tais paixões se não nos empenharmos na fuga das ocasiões de pecado e buscarmos a convicção profunda para uma mudança de atitude. Se aspiramos alcançar o céu precisamos ter convicção para a superação de nossos pecados. O prazer impuro nos leva aos níveis mais animalescos e irracionais. Se a justificativa de alguém para o pecado é dizer que “a carne é fraca”, então, não se pode colocar à prova a fraqueza da carne.

Nada é impossível para o coração orante, por isso, apoiados na graça, precisamos reconhecer que o prazer maléfico nos atrai; mas precisamos nos abrir também àquilo que Deus quer para nós.

Quem é consciente da própria fraqueza não se expõe ao perigo, pois quem ama o perigo nele perece.

Para vencer o pecado é preciso romper com as paixões provocadas pela ilusão, pela fantasia. A nossa fragilidade diante do pecado, muitas vezes, é resultado de uma decepção ou situações mal resolvidas.

Padre Eliano

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11945

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Frase do dia






Evangelizar sempre. Se preciso for, com palavras. (São Francisco de Assis)

1ª Santa Brasileira

Evangelho do dia

Lucas 5, 1-11

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naqueles tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Ge­nesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Melhor escolha

Bento XVI convida a viver com “estilo de Deus”

Conselho aos seus antigos alunos

Constatando que com frequência se vive segundo um "estilo pagão", Bento XVI convidou a forjar a própria vida seguindo outro caminho, "o estilo de Deus".
Esta foi a exortação do Papa no início da Missa presidida ontem, no Centro Mariáppolis de Castel Gandolfo, por ocasião do encontro anual com seus antigos alunos, o Ratzinger Schülerkreis, realizado de 27 a 30 de agosto (cf. Zenit, 26 de agosto de 2010).
O Pontífice, como refere a Rádio Vaticano, interveio para comentar o Evangelho deste domingo, que faz referência àqueles que buscam o primeiro lugar nos banquetes (Lc 14, 1. 7-14), recordando que, nesta passagem, "o Senhor nos faz compreender que na verdade continuamos vivendo segundo o estilo dos pagãos: convidamos por reciprocidade somente quem devolverá o convite; damos somente a quem nos restituirá".
"O estilo de Deus é diferente - sublinhou. Ele nos convida à sua mesa, nós, que somos mancos, cegos, surdos; convida a nós, que não temos nada para oferecer-lhe."
"O estilo divino - constatou - se experimenta sobretudo na Eucaristia, durante a qual somos chamados a deixar-nos tocar pela gratidão para com Deus, que nos convida à sua mesa, apesar de que estejamos repletos de culpas."
"Mas queremos aprender também a experimentar a culpa de que saímos muito pouco do estilo pagão, porque vivemos muito pouco a novidade, o estilo de Deus", observou o Bispo de Roma.
"E por isso começamos a Santa Missa pedindo perdão: um perdão que nos transforme, que nos torne mais semelhantes a Deus, à sua imagem e semelhança."
E na homilia da celebração, o cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena e antigo aluno do professor Joseph Ratzinger, sublinhou a importância da humildade, que "transforma os insultos em uma graça".
"Obrigado, Santo Padre, porque o senhor encarna para nós a atitude de Cristo, que é manso e humilde de coração! - exclamou. Não é algo maravilhoso da fé cristã e da experiência cristã? A alegria pelo fato de que os parâmetros do Céu são tão diferentes dos nossos."
O Ratzinger Schülerkreis deste ano se concentrou no tema da interpretação do Concílio Vaticano II.
Os participantes foram cerca de 40, todos eles antigos alunos do professor Ratzinger, que apresentaram com ele sua tese de doutorado nos anos em que lecionava nas universidades da Alemanha.