sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Dica de música: Reaviva-me - Fábio Gracia
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Luiz Gustavo
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Dica de leitura
Precisamos nos manter orantes e vigilantes
Saibamos esperar as iniciativas de Deus a nosso respeito e acolhê-las. O Senhor se manifesta a nós a todo momento, por essa razão, precisamos estar atentos a essas ocasiões. Quando tudo na nossa vida parece estar perdido ou sem solução, o Senhor vem em nosso socorro apontando-nos o caminho e a direção. Muitas vezes, somos tomados pela incredulidade, porque somos “imediatistas”, ou seja, queremos que as coisas aconteçam do nosso jeito e na hora em que queremos.“Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma Virgem, prometida em casamento a um homem chamado José” (Lc 1,26-27a).
A Virgem Maria não sabia a hora em que seria visitada pelo Senhor por intermédio do anjo Gabriel, mas a postura dela era sempre de abandono na vontade de Deus a seu respeito. Aprendamos, hoje, com Nossa Senhora, a esperar as iniciativas de Deus a nosso respeito e a nos manter orantes e vigilantes.
Luzia Santiago
Fonte:http://luziasantiago.com
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Vanessa
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A força da pregação com a vida
Assim como dizemos que os jovens são os evangelizadores dos jovens, em cada meio é preciso que haja um profeta para evangelizar as pessoas naquela realidade. É preciso que haja profetas na roça e no campo, nas pequenas cidades e nos bairros das grandes cidades, pessoas que trabalham, saem de manhã, pegam ônibus lotado e voltam para casa cansadas, pessoas que têm a mesma linguagem desse povo sofrido, que passam pelas mesmas situações e pelos mesmos problemas. Profetas no meio estudantil, entre os professores, nos esportes, na área da saúde, médicos, enfermeiros, psicólogos, dentistas... Em cada meio devem existir profetas.Se não assumirmos estes ambientes como campo de evangelização, o mundo tomará conta. Não se trata de transformar o local em que vivemos e trabalhamos num púlpito de pregação, mas de evangelizar sendo o profissional que devemos ser. Trabalhando naquele meio, sendo de Deus e fazendo ali o que o Senhor quer. Em tudo aquilo que fizermos, nossas palavras, nosso procedimento em tudo, estaremos evangelizando nossos companheiros de serviço.
As pessoas não estão muito interessadas em palavras, mas em quem testemunhe. É a pregação com a vida. A sua vida vai ser uma grande pregação. Depois basta você contar aos outros o que Deus fez em você e em sua família. Ele vai ser o grande testemunho. Ele será muito mais forte do que muitas palavras.
(Trecho do livro "Vocação: um desafio de amor" de monsenhor Jonas Abib)
Fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php
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Vanessa
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Como Destruir Uma Reunião de Grupo Jovem
2. Faltem bastante à caridade, critiquem, discutam.
3. Falem mal dos ausentes e não rezem por eles ou por elas. Nem procurem ajudar com bons modos.
4. Deixem a inveja dominar o grupo e as dores de cotovelo serem a mola mestra das críticas.
5. Faltem muitas vezes à reunião.
6. Permitam namoro ostensivo durante a reunião.
7. Comecem sempre fora de hora e prolonguem a reunião até chatear.
8. Briguem com seus pais por causa do grupo e provem a eles com seu mau exemplo o bem que o grupo está fazendo a vocês.
9. Tomem atitude de criança manhosa: é ótimo para jovens amadurecidos que se propõem amadurecer outros.
10. Deixem uns falarem demais e outros ficarem sempre calados.
11. Usem trajes avançados para que todos possam se deleitar e ponham culpa na malícia de quem vê. Você afinal tem o direito de ser inocente.
12. Não rezem nunca, nem no começo, nem no fim da reunião.
13. Para não quebrar a monotonia que deve reinar... nunca cantem, nem permitam alegria. Façam a coisa bem fúnebre.
14. Se a reunião termina às nove cheguem às onze em casa. Bem tarde para seus pais saberem que lá se ensina responsabilidade.
15. Discutam todo e qualquer assunto (...) e deixem religião e Vivência de lado.
16. Omitam a folha de vivência por ser chata.
17. (...)Elejam um rapaz ou uma menina que seja o pomo de discórdia do grupo (...)
18. (...) Contem piadinhas inconvenientes próprias de grupos sérios como o de vocês.
19. Façam isso e bom proveito. Muita gente virá agradecer a vocês por terem perdido tempo e cumprimenta-los por haverem destruído mais um instrumento de paz e amor colocado à disposição de vocês.
Trecho do livro: Um Cristo Para Meus Amigos - Aos Líderes de Movimentos Juvenis. Autor: Pe. Zezinho scj, edições Paulinas.
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Luiz Gustavo
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Grupo jovem
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Para Deus... o melhor!!!
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Patrícia Azevedo Gonçalves
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Imagem do Dia: GUARANÁ JESUS :D
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Patrícia Azevedo Gonçalves
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Para refletir!
Um homem sempre pegava água e levava para o rei. Ele tinha uma mula, uma cangalha, um jacá e dois vasos grandes. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: andava três ou quatro quilômetros com a mula, enchia os dois vasos de água e levava-os para encher os tonéis do rei. Um daqueles vasos, porém estava rachado até a metade. Então todos os dias o outro vaso perguntava-lhe: - Quantos Litros você conseguiu levar?
Enquanto o vaso inteiro levava cem litros de água, o vaso rachado carregava cinquenta litros, snedo que todo o dia o dono do vaso enchia os dois com cem litros. No entanto, um chegava com os cem litros, e o outro com apenas sessenta ou cinquenta. Esta era a maior humilhação do vaso rachado e por isso foi entristecendo. O vaso perfeito perguntava-lhe todos os dias:
- E hoje, conseguiu levar ao menos sessenta? Você já percebeu que é um peso, um vaso rachado, feio, estragado.
O patrão percebeu que o vaso estava triste, mas não sabia que ele falava. Um dia, ele pôs a mão no vaso e pensou em voz alta:
- Por que esse vaso está com essa cara triste?
E o vaso aproveitou e falou:
- Sou um vaso estragado! Sou um vaso rachado! Não sei por que o senhor está comigo até hoje. Toda noite tenho que escutar o outro vaso e fico pensando: "por que o senhor não me joga fora?"
- Amanhã, quando formos buscar água, em vez de você ficar de cabeça baixa como você sempre fica, olhando para si mesmo, quero que você dê uma olhadinha ao longo da estrada.
Naquele dia, ele percebeu que a estrada do seu lado era florida e, do outro lado, seca. O homem, ao notar que o vaso estava rachado e vasava água pelo caminho, aproveitou para semear flores. Assim, enquanto levava o que conseguia, o vaso rchado regava todo dia o caminho.
Deus não quer que cheguemos ao céu como um vaso cheio. O cristão nasceu para regar, com a água viva do Espirito Santo, o seu caminho e o dos outros. Esse é o verdadeitro sentido da nossa vida: talvez sejamos um vaso estragado, rachado, mas precisamos deixar essa fonte de água viva nos encher, porque, apesar de rachados ou quebrados, seremos um vaso cheio do amor de Deus, e dentro de nós brotará um rio de água viva que deixaremos pelo caminho.
Deus não quer que cheguemos ao céu como um vaso cheio. O cristão nasceu para regar, com a água viva do Espirito Santo, o seu caminho e o dos outros. Esse é o verdadeitro sentido da nossa vida: talvez sejamos um vaso estragado, rachado, mas precisamos deixar essa fonte de água viva nos encher, porque, apesar de rachados ou quebrados, seremos um vaso cheio do amor de Deus, e dentro de nós brotará um rio de água viva que deixaremos pelo caminho.
Fonte: Livro "Renovados pelo Espirito Santo" - Pe. Léo
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Vanessa
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Permanecei vigilantes
Sobre o sofrimento humano...
Fonte: http://www.veritatis.com.br/
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Luiz Gustavo
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
11/08 Dia de Santa Clara de Assis
Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica, onde possuía de tudo. Porém o que a menina mais queria era seguir os ensinamentos de Francisco de Assis. Aliás, foi Clara a primeira mulher da Igreja a entusiasmar-se com o ideal franciscano. Sua família, entretanto, era contrária à sua resolução de seguir a vida religiosa, mas nada a demoveu do seu propósito.No dia 18 de março de 1212, aos dezenove anos de idade, fugiu de casa e, humilde, apresentou-se na igreja de Santa Maria dos Anjos, onde era aguardada por Francisco e seus frades. Ele, então, cortou-lhe o cabelo, pediu que vestisse um modesto hábito de lã e pronunciasse os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência. Depois disso, Clara, a conselho de Francisco, ingressou no Mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas, para ir se familiarizando com a vida em comum. Pouco depois foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela. Pouco tempo depois, Francisco levou-as para o humilde Convento de São Damião, destinado à Ordem Segunda Franciscana, das monjas. Em agosto, quando ingressou Pacífica de Guelfúcio, Francisco deu às irmãs sua primeira forma de vida religiosa. Elas, primeiramente, foram chamadas de "Damianitas", depois, como Clara escolheu, de "Damas Pobres", e finalmente, como sempre serão chamadas, de "Clarissas".
Em 1216, sempre orientada por Francisco, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Mas conseguiu o "privilégio da pobreza" do papa Inocêncio III, mantendo, assim, o carisma franciscano. O testemunho de fé de Clara foi tão grande que sua mãe, Ortolana, e mais uma de suas irmãs, Beatriz, abandonaram seus ricos palácios e foram viver ao seu lado, ingressando também na nova Ordem fundada por ela.
A partir de 1224, Clara adoeceu e, aos poucos, foi definhando. Em 1226, Francisco de Assis morreu e Clara teve visões projetadas na parede da sua pequena cela. Lá, via Francisco e os ritos das solenidades do seu funeral que estavam acontecendo na igreja. Anteriormente, tivera esse mesmo tipo de visão numa noite de Natal, quando viu, projetado, o presépio e pôde assistir ao santo ofício que se desenvolvia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, que pareciam filmes projetados numa tela, santa Clara é considerada Padroeira da Televisão e de todos os seus profissionais.
Depois da morte de São Francisco, Clara viveu mais vinte e sete anos, dando continuidade à obra que aprendera e iniciara com ele. Outro feito de Clara ocorreu em 1240, quando, portando nas mãos o Santíssimo Sacramento, defendeu a cidade de Assis do ataque do exercito dos turcos muçulmanos.
No dia 11 de agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu das mãos de um enviado do papa Inocêncio IV a aguardada bula de aprovação canônica, deixando, assim, as suas "irmãs clarissas" asseguradas. Dois anos após sua morte, o papa Alexandre IV a proclamou Santa Clara de Assis.
Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/santo.aspx?Dia=11&Mes=8
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Vanessa
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Vida dos Santos
Senhor, ensina-nos a rezar
O que significa rezar? É importante rezar? Vale a pena? Como rezar? Estas e outras perguntas sobre a oração estiveram no centro da Liturgia da Palavra do domingo passado. E poderíamos continuar a perguntar: qual é o lugar da oração na vida cristã? É preciso rezar, mesmo com tanta coisa para fazer? Vale mais a oração ou a ação?Uma coisa é certa: Jesus rezava, como nos atestam os Evangelhos. Passava até noites inteiras em oração, a sós com Deus (cf. Lc 6,12); os apóstolos também rezavam enquanto esperavam, com Maria, a Mãe de Jesus, a vinda do Espírito Santo (cf. At 1,22); os primeiros cristãos "eram perseverantes na oração" (cf. At 2,42); muitas vezes, São Paulo rezava e recomendava a oração aos fiéis em suas cartas (cf Ef 1,16; Fl 1,4; Rm 12,12; Cl 4,2). Inegavelmente, a oração faz parte da vida cristã, desde a pregação de Jesus e dos apóstolos e já nos primórdios da Igreja. E ao longo de toda a história da Igreja, a oração é uma das expressões mais evidentes da fé e da vida eclesial. Cristão reza; e quem não reza, deixa de lado um aspecto importante da vida cristã.
Ver Cristo rezando impressionava muito os discípulos, tanto que um deles lhe pediu: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos” (Lc 11,1). Era costume que os “mestres” ensinassem a oração aos discípulos. E ainda hoje isso é parte da missão de quem deve ser “mestre na fé” para seus irmãos – sacerdotes, pastores de almas, catequistas. Aqui já está um dos significados da oração: É traduzir em atitudes aquilo que se aprendeu sobre Deus e a fé: rezar é passar do crer intelectual ao relacionar-se com Deus. Para saber se alguém tem fé, e que tipo de fé, basta observar se reza e como reza. Por isso é bem justificada a afirmação: lex credendi, lex orandi” – o jeito de crer aparece no jeito de rezar e a oração é expressão do jeito de crer.
Há muitos modos de rezar e também hoje há muitos "mestres de oração". São todos igualmente bons? Jesus já desaconselhava a oração “dos hipócritas”, que são falsos (cf. Mt 6,5) e rezam apenas com os lábios, mas cujo coração está longe de Deus (cf. Mc 7,6); e também pede que não rezemos como os pagãos, que pensam poder convencer Deus com muitas palavras (cf. Mt 6,7). Em vez disso, ensina o Pai-Nosso (cf. Mt 6,9-15; Lc 11,2-4). O cristão deve aprender a rezar de Jesus, cuja oração é “falar com o Pai”.
Em nossa oraçã
o não nos dirigimos a Deus de maneira abstrata, como se o Altíssimo fosse uma energia que pode ser capturada com palavras ou ritos mágicos; nem invocamos um poder impessoal com o fim de direcioná-lo e de obter os benefícios desejados... Nossa oração tem base na graça recebida no Batismo, pela qual fomos acolhidos por Deus como filhos (“filhos no Filho”) e recebemos o Espírito Santo, que nos ajuda a rezar como convém (cf. Rm 8,26-27). Como Nosso Senhor Jesus Cristo, também nós podemos dirigir-nos a Deus, como os filhos se dirigem ao pai, com toda confiança e simplicidade. É belo pensar que não somos estranhos a Deus, nem Deus é estranho a nós; somos da “família de Deus”, a quem nos dirigimos com toda familiaridade. Por isso, nossa oração se traduz em profissão de fé, adoração, louvor, narração das maravilhas de Deus, agradecimento, súplica, desabafo na angústia, pedido de perdão, intercessão pelos outros... Filhos amados pelo pai e que lhe dedicam amor filial podem achegar-se ao colo do genitor, falar-lhe livremente, chorar no seu ombro, sentir-se abraçados e envolvidos de ternura, até sem dizer uma palavra...Naturalmente, não tenho a pretensão de dizer tudo sobre a oração cristã nestes poucos parágrafos... Resta ainda falar da beleza e importância da oração litúrgica, quando não rezamos sozinhos, mas, como comunidade de fé, nos unimos a Cristo Sacerdote, que reza conosco e por nós diante do Pai. É prece de valor infinito, pois é perfeita a oração do Filho e são infinitos os méritos de Sua santa Encarnação, Sua Vida, Paixão e Ressurreição. Por isso, a Igreja recomenda, com tanta insistência, a participação na oração litúrgica, especialmente na Santa Missa dominical.
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11964
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Permanecei vigilantes
Imagem do dia: Eucaristia
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Darlan Schwaab
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O amor a Deus passa pelo amor aos irmãos!

Muitas vezes, temos dificuldade de amar nossos irmãos porque queremos enquadrá-los de acordo com nossos padrões e modo de ver o mundo; de maneira que quando eles não agem da forma como gostaríamos, adquirimos antipatia deles e os desprezamos.
O amor a Deus nos lança ao amor ao próximo; se isso não acontece, alguma coisa em nossa vida está errada e precisamos rever nossos conceitos, fé e verdade, porque a Palavra de Deus nos assegura:
O amor a Deus nos lança ao amor ao próximo; se isso não acontece, alguma coisa em nossa vida está errada e precisamos rever nossos conceitos, fé e verdade, porque a Palavra de Deus nos assegura:
"Podemos saber que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Pois isto é amar a Deus: observar os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados, pois todo o que nasceu de Deus, vence o mundo” ( I Jo 5,2-4).
“Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso, fazei-nos viver o amor e a reconciliação”, para que possamos verdadeiramente amar a Deus e aos irmãos.
Jesus, eu confio em Vós!
Autora: Luzia Santiago (Canção Nova)
Texto retirado de: http://luziasantiago.com/
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Darlan Schwaab
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